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Com forte presença nos lares e no food service, requeijão cremoso é foco de curso do Ital

Genuinamente brasileiro e com grande aceitação pelo consumidor, o requeijão cremoso conquistou espaço na alimentação dentro e fora de casa, está presente nas mais diferentes delícias culinárias e tem a vantagem de ser um produto bastante seguro microbiologicamente quando comparado aos queijos, que têm mesmo teor de umidade. Ciente dessa relevância para o consumidor e para o mercado, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, oferece o curso Fabricação de Requeijão Cremoso pela primeira vez no formato on-line no próximo dia 19, das 8h30 às 17h – inscrições abertas até segunda-feira (16).

Com a expertise de quem já publicou duas edições do livro Requeijão Cremoso e Outros Queijos Fundidos (Setembro Editora), produtos amplamente pesquisados e desenvolvidos pela equipe do Centro de Tecnologia de Laticínios (Tecnolat) há 43 anos, o Ital ensinará princípios gerais e principais etapas do processo de fabricação, com detalhamento de formulações de diferentes tipos de requeijões cremosos e culinário, assim como abordará legislação na área. Além da versão tradicional do requeijão cremoso, serão apresentadas opções com baixo teor de sódio, baixo teor de gordura, baixo teor de lactose e com adição de fibras, sendo que todas as formulações serão disponibilizadas aos participantes.

“São várias as possibilidades de inovação, pois os queijos fundidos são muito versáteis para a incorporação de diversos ingredientes com benefícios à saúde. A adição de fibras, por exemplo, traz não só características funcionais como também tecnológicas que possibilitam redução do teor de gordura”, ressalta a pesquisadora Patrícia Blumer Zacarchenco, que coordena o curso com a assistente de pesquisa Fabiana de Souza Trento.

Com conteúdo voltado para profissionais da indústria de alimentos, laticínios, técnicos, professores e estudantes da área, dentre outros interessados, as aulas serão ministradas por Patrícia, engenheira de alimentos, mestre e doutora em Tecnologia de Alimentos, Fabiana, bióloga e mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, e pela pesquisadora Leila Maria Spadoti, engenheira agrônoma, mestre e doutora em Tecnologia de Alimentos.

Fonte: Assessoria de comunicação do Ital

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