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Mapeamento do Instituto Geológico aponta mais de 2 mil áreas de risco na Região Metropolitana de SP

apqc1Como a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) tem alertado reiteradamente, o projeto de lei 529/2020, que está tramitando em regime de urgência na Alesp, ameaça a existência ou a continuidade do trabalho realizado por vários institutos de pesquisa. Entre eles está o Instituto Geológico, que o governo estadual pretende fundir ao Instituto de Botânica e ao Instituto Florestal, criando uma nova unidade administrativa – o que comprometerá a função original de cada instituição.

O Instituto Geológico, para quem não conhece o trabalho de pesquisa por ele desenvolvido, acaba de concluir a primeira fase do mapeamento das áreas de risco da Região Metropolitana da Grande São Paulo. Em 11 cidades foram detectadas mais de 2.800 áreas de risco propensas a deslizamentos de terra, desmoronamentos e enchentes. Entre setembro e novembro, servidores do Instituto Geológico vão transmitir orientações e dar treinamento aos municípios para que sejam elaborados protocolos de segurança. O objetivo final é proteger a população de tragédias como as citadas acima.

Com isso a APqC chama a atenção da sociedade para o risco de se comprometer o trabalho deste e de outros Institutos de Pesquisa. Clique aqui para ver matéria veiculada na Rede Globo sobre o mapeamento feito pelos pesquisadores do Geológico.

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