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Aluna de iniciação científica do Instituto Florestal participa da Cúpula da Juventude para o Clima na ONU

amanda

Amanda Carvalho (foto), estudante de graduação da Universidade de Brasília, foi recentemente selecionada como representante da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo (RBCV) para participar da primeira Cúpula da Juventude para o Clima da ONU, na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, no último sábado, 21 de setembro.
O evento foi uma plataforma voltada a jovens líderes que estão conduzindo ações climáticas para mostrar soluções nas Nações Unidas. O objetivo é participarem significativamente com os tomadores de decisão na questão definidora de nosso tempo. Foi o maior encontro de jovens líderes climáticos da ONU até o momento. Mais de 7 mil jovens entre 18 e 29 anos se inscreveram para participar da Cúpula do Clima da Juventude. Amanda foi um dos 500 selecionados, depois de demonstrar seu compromisso no enfrentamento da crise climática.
A Cúpula do Clima da Juventude contou com programação intensa que reuniu jovens ativistas, inovadores, empresários e profissionais de várias áreas que estão comprometidos com o tema. “Os jovens estão nos mostrando o caminho da ação climática”, disse Luis Alfonso de Alba, enviado especial para a Cúpula de Ação Climática de 2019. “Estou ansioso para que jovens líderes climáticos de todo o mundo tomem seu devido lugar no cenário global e participem desse momento histórico”, completou.
Amanda é uma entusiasta das questões climáticas e preservação ambiental, participou como representante da RBCV no 2017 MaB Youth Forum, na Itália, e do workshop sobre mudança do clima no ISFiT 2019, na Noruega. Atuou como estagiária na Divisão da Mudança do Clima no Ministério das Relações Exteriores e participou como delegada brasileira da COP do Clima, em Katowice 2018. Escreveu sobre o Regime Internacional Climático no livro Serviços Ecossistêmicas e Bem-Estar Humano na Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo. Atualmente, é bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto Florestal em projeto sobre a Política Estadual de Mudanças Climáticas.
“Participar na Cúpula do Clima, é uma oportunidade única na minha caminhada. Penso em contribuir com o desenvolvimento de soluções para o enfrentamento da mudança do clima. Me sinto mais viva, pois percebo que estou no lugar certo e na hora certa. Ainda dá tempo de fazermos a diferença”, disse Amanda antes de embarcar para os Estados Unidos.

O Programa de Iniciação Científica do Instituto Florestal
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) é um programa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) cujo objetivo é contribuir para a formação de novos talentos em todas as áreas do conhecimento, através da concessão de cotas de bolsas de iniciação científica diretamente às Instituições de Ensino e Pesquisa.
O objetivo é incentivar a formação de novos pesquisadores, privilegiando a participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica, mérito científico e orientação adequada. Para ingressar no programa, os alunos devem apresentar bom desempenho acadêmico e potencial para continuidade na carreira de pesquisa.
As cotas concedidas anualmente são administradas pelas próprias instituições participantes, sob a supervisão do CNPq. Atualmente, o Instituto Florestal possui 20 bolsas de pesquisas de iniciação científica.

A Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo
As Reservas da Biosfera foram criadas em 1976 como parte do Programa “O Homem e a Biosfera” (MaB) da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). São áreas que compreendem ecossistemas terrestres, marinhos e costeiros, onde devem-se promover soluções que conciliam a conservação da biodiversidade com seu uso sustentável. Constituem também territórios para o monitoramento, pesquisas, educação ambiental e gerenciamento de ecossistemas, bem como referência de informação e desenvolvimento profissional dos técnicos em seu manejo. Seu gerenciamento é o trabalho conjunto de instituições governamentais, não governamentais e centros de pesquisa. Esta integração busca o atendimento às necessidades da comunidade local.
As Reservas da Biosfera são nomeadas pelos governos nacionais e permanecem sob a jurisdição soberana dos estados onde estão localizadas. Seu status é reconhecido internacionalmente. Atualmente existem 669 reservas da biosfera em 120 países.
Criada em 1994, a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo é coordenada e tem sua estrutura administrativa no âmbito do Instituto Florestal.
Dentre as razões que motivaram a declaração do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo como Reserva da Biosfera, destaca-se o fato de que esta Reserva envolve a segunda maior cidade do planeta e concentra 10% da população brasileira com baixíssimos índices de área verde por habitante.

Fonte: Assessoria de imprensa do Instituto Florestal.

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