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Pesquisador do IAC ministra curso de defesa sanitária vegetal para crianças

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O pesquisador científico e virologista do Centro de P&D Fitossanidade do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Dr. José Alberto Caram de Souza Dias, participou, na última sexta-feira (6 de junho), de mais uma edição do projeto “Plantando Batata com Ciência”, na Escola Municipal Profa. Maria Nazareth Lordello, em Cordeirópolis.

Realizado há 11 anos, o projeto é, segundo a definição do pesquisador, uma “introdução ao ensino da defesa sanitária vegetal a nível fundamental”. O objetivo, em última instância, é “ensinar, formar e estimular jovens cientistas a se interessarem pela agricultura e, em especial, pelo plantio de tubérculos livres de vírus”. Para Caram, a transmissão destes conhecimentos básicos sobre a saúde das plantas e de técnicas aplicadas para crianças de 9 a 11 anos de idade é uma “necessidade diante do pouco saber que se tem sobre o assunto nas escolas”.

Conforme explica o pesquisador, as crianças são “educadas para o futuro”, de modo a evitar a disseminação de pragas na agricultura. “Na palestra digo que a consciência serve para evitar custos com o tratamento de plantas doentes. Muitas vezes, por falta de conhecimento, as pessoas trazem sementes, mudinhas e brotos e plantam em vasos ou no jardim de casa. Quando crescem, vêm os pulgões e se alimentam das plantas, que podem estar com vírus; aí esses pulgões espalham esse vírus nas plantações das fazendas, o que pode prejudicar a produção de alimentos”. Aos alunos da Escola Profa. Maria Nazareth Lordello, Caram fez um alerta para que os jovens aconselhem seus pais a não trazerem mudas, sementes, brotos ou qualquer outro material de propagação vegetal de uma região à outra.

Plantas de batatinha (Solanum tuberosum) foram distribuídas às crianças e o plantio foi feito, com acompanhamento, utilizando a técnica de brotos destacados de tubérculos de batata sadios. Foi feita também a comparação com o plantio de brotos destacados de tubérculos infectados com vírus, para que os alunos pudessem identicar as diferenças, e a apresentação do pulgão que transmite a virose para as plantas sadias. Mais de 1,2 mil estudantes já passaram pelo curso “Plantando Batata com Ciência”.

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